Acelerando um futuro sem diferenças

Coletividade

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Barreiras se rompem, alojamentos e clubes em chamas, pontes e ciclovias desabam .Tragédias tão

comum no nosso dia-a-dia. Tragédias permitidas porque não se fiscalizou, porque uma licença foi liberada indevidamente. Porque o interesse de algum indivíduo ou órgão estava à frente do bem-estar do cidadão.

Pois bem, vamos para outra esfera: o nosso cotidiano.

Vamos observar durante um dia da nossa vida os fatos que acontecem ao nosso redor onde as decisões são feitas apenas porque é melhor para o “eu” e foda-se o resto:

  1. No trânsito infernal as 07h da manhã “eu” pego o acostamento porque “eu” estou atrasado;
  2. No meio da manhã “eu” pego aquela contramão porque não tem ninguém olhando;
  3. Para ter o “meu” empreendimento liberado “eu” molho a mão do fiscal para abrir em dia. Afinal se não for assim todo mundo sabe que não rola;
  4. Por outro lado “eu” fiscal tenho que garantir o “meu” também;
  5. Na escola “eu” paro na frente causando o caos na rua porque “eu” não posso andar 20m para buscar “meu” filho.

 

Talvez essas cenas que listei não sejam tão diferentes dos comportamentos que permitem que essas tragédias aconteçam.

Talvez esses comportamentos tão permissivos onde apenas se consegue enxergar o próprio umbigo é o que permite vivermos em uma sociedade onde nos acostumamos conviver com a tragédia.

Talvez se a gente percebesse QUE AS COISAS SÓ ESTARÃO BEM DE VERDADE QUANDO ESTIVEREM BEM PARA TODO MUNDO a gente poderia dormir sem pensar nas inúmeras famílias que perderam seus familiares e pertences nas tragédias que assolaram o país como boas-vindas 2109! . Sem colocar a cabeça no travesseiro e pensar na dor dilacerante dos pais que perderam seus filhos. E sim pensar no que podemos fazer para contribuir para um mundo onde queremos estar nele amanhã. Talvez…..

Marcela Fujiy ama aprender e compartilhar suas experiências. Com espírito empreendedor, sente-se em constante evolução. Morou por 12 anos na Suécia, país que hoje ocupa o 5o lugar no Global Gender Gap Ranking, e já atuou em diversas empresas multinacionais. É co-fundadora da Be.Labs Aceleradora e está a frente de um negócio reconhecido nacionalmente a partir de uma gestão inovadora. Em suas andanças pelo mundo, traz na bagagem 45 países visitados, muitas maratonas percorridas, diversas medalhas conquistadas e um vigor de quem não cansa de perseguir seu propósito: desenvolver pessoas e a si mesma em prol de um mundo sem diferenças. Com 40 anos, é casada com Christian e mãe de Yuri e Yasmin – com quem também aprende todos os dias.

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